Domingo, 11 horas, dia de eleição para pessoas se sentarem em cadeiras numa cidade do norte de França.
Estou sentado numa esplanada, redeado de matizes de verde, entrelaçadas em outras cores amigas, pessoas conversam sobre o que têm de conversar, desfolham jornais e bebericam café e ócio. Eu mantenho-me vivo e em estado de felicidade.Tiro os óculos escuros e saboreio o cigarro mal enrolado, também os cigarros têm direito à assimetria e eu sinto-me assimétrico, em calma e gritante. A liberdade é andar de mão dada com quem se ama. Não vou votar.
Estou sentado numa esplanada, redeado de matizes de verde, entrelaçadas em outras cores amigas, pessoas conversam sobre o que têm de conversar, desfolham jornais e bebericam café e ócio. Eu mantenho-me vivo e em estado de felicidade.Tiro os óculos escuros e saboreio o cigarro mal enrolado, também os cigarros têm direito à assimetria e eu sinto-me assimétrico, em calma e gritante. A liberdade é andar de mão dada com quem se ama. Não vou votar.